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Revenge

/ 28 junho 2015


  Mesmo depois de 2 meses, ainda não superei o fim de Revenge. Vi a série desde o início e a tornei meu vício. Ainda estou me acostumando a não ter um episódio novo a cada semana. Me apaixonei pela Emily e por todo aquele jeito maravilhoso dela. <3 Vi muitas pessoas dizendo que a partir da segunda temporada a série piorou, mas na minha opinião, foi boa em todos os 4 anos, e sim, já acho que estava na hora de acabar, mas doeu meu coração.. fiquei triste sim!! :( Sou muito de me envolver com o que estou acompanhando, seja série ou filme. Fiquei triste todas as vezes que ela ficou, me emocionei, chorei e sorri. Curto umas mil páginas sobre Revenge/Emily no facebook e adoro ficar o tempo todo vendo imagens. ♥ hahah

 
:(

  Confesso que ano passado, só fui ao cinema ver Capitão América 2 porque a Emily estava lá.. hahaha Sério gente!! Eu até queria ver, mas não era aqueeeeela vontade, mas quando descobri que ela participou do filme, quis logo ver, então fomos, e já estou ansiosa pelo terceiro filme!! 

♥ amo essa mulher 

#GoodByeRevenge

Digam o que disser, sempre lembrarei de Revenge como minha série favorita. 

Beijos, Elô

Imagens: Google

Momento triste

/ 12 agosto 2013
Primeiramente, vim contar uma coisa triste que aconteceu: fiquei sem computador alguns dias pois o técnico (querido, maravilhoso, amo ele! -.-) havia levado e teve que formatá-lo, até ai tudo ótimo né, "vou salvar todos os teus arquivos", disse ele, salvou tudo, até coisas que eu não lembrava que existiam, menos uma pasta com umas 300 ou 350 fotos, que era o mais importante pra mim. Tive que respirar, contar até 100 pra não bater na cara dele, pois é, não tenho paciência com esse tipo de coisa (na verdade com quase nada), hoje estou mais tranquila mas continuo chateadíssima com a falta de atenção dele. Estava dando uma olhada no meu HD externo agora e vi que 2 pastas que pensei que tinha perdido, eu tinha salvo nele, mas o resto não, as fotos do meu aniversário, e praticamente todas as fotos de dezembro foram embora. Estou com um programa de recuperação de dados, mas até agora só recuperei coisas que já tinha. Arrrgh, quero minhas fotos! :(
Nesse momento vocês pensam "que bom, pelo menos assim vai postar fotos mais recentes" mas não haha, agora começarei a postar as fotos deste ano. Então aqui as primeiras de janeiro.


É tanta preguiça que a pessoa não levanta nem pra tirar fotos.
Pra quem é viciada na Renner.
Detalhe fofinho de uma camiseta fofinha também haha.

Prédio ao lado de onde tive a última aula do pré-vestibular.
Depois da aula tive que alugar a Laura pra ir no Santander Cultural comigo.
Sou gamadinha nessa escada! *-*
Amando as cores que ficaram essas fotos. ♥
Pouca iluminação, mas no fim gostei.


Ainda bem que não perdi todas as minhas fotos, iria chorar eternamente haha.
Amanhã vou começar a visitar os blogs de vocês (faz dias que não consigo), beijos da Elô. ♥

Vai passar

/ 09 julho 2013
Esta última semana passou tão rápido que quando vi já era segunda-feira novamente. Uma semana corrida, um final de semana bom, e tristezas e mais tristezas de ontem até hoje. Vez que outra me vejo em momentos de 'solidão'(?), raiva, pessoas me irritam, eu fico mal e depois passa.. mas quando acontece parece que não vai passar tão cedo, mesmo eu sabendo que vai. Em meio a isso, um amigo, me enviou um texto do Caio Fernando Abreu (se não for, me corrijam, mas nos sites que vi também fazem referência a ele), enfim, não sei se tem modificações ou não, mas é isto. Quando vi fiquei com preguiça de ler, mas é rápido e bom.

"Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está ai, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo como 'estou contente outra vez'. Ou simplesmente 'continuo', porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloquentes como 'sempre' ou 'nunca'. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicídio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituímos expressões fatais como 'não resistirei' por outras mais mansas, como 'sei que vai passar'. Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.
Claro que no começo não terás sono ou dormirás demais. Fumarás muito, também, e talvez até mesmo te permitas tomar alguns desses comprimidos para disfarçar a dor. Claro que no começo, pouco depois de acordar, olhando à tua volta a paisagem de todo dia, sentirás atravessada não sabes se na garganta ou no peito ou na mente - e não importa - essa coisa que chamarás com cuidado, de 'uma ausência'. E haverá momentos em que esse osso duro se transformará numa espécie de coroa de arame farpado sobre tua cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no teu coração. Atravessarás o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos e velhos discos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminharás devagar pela casa, molhando as plantas e abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços.
Contarás nos dedos os dias que faltam para que termine o ano, não são muitos, pensarás com alívio. E morbidamente talvez enumeres todas as vezes que a loucura, a morte, a fome, a doença, a violência e o desespero roçaram teus ombros e os de teus amigos. Serão tantas que desistirás de contar. Então fingirás - aplicadamente, fingirás acreditar que no próximo ano tudo será diferente, que as coisas sempre se renovam. Embora saibas que há perdas realmente irreparáveis e que um braço amputado jamais se reconstituirá sozinho. Achando graça, pensarás com inveja na lagartixa, regenerando sua própria cauda cortada. Mas no espelho cru, os teus olhos já não acham graça.
Tão longe ficou o tempo, esse, e pensarás, no tempo, naquele, e sentirás uma vontade absurda de tomar atitudes como voltar para a casa de teus avós ou teus pais ou tomar um trem para um lugar desconhecido ou telefonar para um número qualquer (e contar, contar, contar) ou escrever uma carta tão desesperada que alguém se compadeça de ti e corra a te socorrer com chás e bolos, ajeitando as cobertas à tua volta e limpando o suor frio de tua testa.
"

Só espero que tudo passe logo e sei que vai. 
Beijos, e me desculpem o "desabafo", e assim que der (pretendo essa semana ainda) visitarei os blogs de vocês.


/ Feito com ♥ por Lariz Santana